Às vésperas de ir ao voto no plenário da Câmara dos Deputados, o projeto de lei complementar 281/2019 tornou-se o epicentro de um impasse político que transcende a sua redação técnica. O discurso público tem se concentrado na rejeição a qualquer possibilidade de socorro estatal a instituições financeiras. O debate relevante, contudo, é mais amplo: trata-se de definir se o Brasil contará com um regime de resolução moderno, crível e compatível com a complexidade atual do seu sistema financeiro.
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