Programa de Mentoria Demarest forma líderes, engaja e inspira pessoas

Advogados e advogadas têm diferentes níveis de desafios profissionais ao decorrer de cada fase de suas carreiras, que vão crescendo à medida que vão galgando espaço em suas trajetórias profissionais. Para manter a excelência na prestação de serviços, aprender e agregar novas habilidades é uma questão fundamental. Nesse quesito, grandes escritórios oportunizam esse aprendizado de diversas formas: do treinamento tradicional interno e externo, participação em eventos, workshops, até o fomento de uma prática que, embora bastante conhecida, mostra-se muito efetiva: um programa de mentoria.

Nele, a tutoria ocorre em uma troca de relacionamentos individuais (ou em grupo) entre um profissional mais experiente e outro em uma fase anterior da carreira de advogado. No Demarest, a preocupação em oferecer oportunidades iguais e promover um ambiente de trabalho baseado na equidade de gênero foi um dos estopins para que o escritório desenhasse seu próprio programa de mentoria. Bruna Toledo Pacheco, sócia da área de Fusões e Aquisições, é um claro exemplo da força do projeto.

A advogada entrou no escritório, com 18 anos, como estagiária em 2003. De lá para cá, passou pelos níveis hierárquicos até se tornar sócia no fim de 2020. “O programa de mentoria entrou na minha vida no final da experiência como advogada sênior. No meu caso, ele foi muito importante pelo timing e para ações estratégicas nessa transição. Mas, independentemente do ponto da carreira, ele é muito relevante, pois contribui como ferramenta para que o profissional utilize na sua evolução e no seu desenvolvimento com base no que está passando naquele momento”, diz Bruna.

Como começou o Programa de Mentoria do Demarest?

O Programa de Mentoria do Demarest começou por uma iniciativa da área de Recursos Humanos em parceria com o D Mulheres, frente que atua pela equidade de gênero no escritório. O objetivo inicial foi explorar a diversidade de gênero como alavanca de performance, abrindo espaço para que mais mulheres ocupassem os cargos de liderança. Por isso, o primeiro ciclo, do qual Bruna fez parte, foi voltado exclusivamente para as advogadas seniores. 

Para os mentores, fazer parte do programa significou usar o próprio exemplo de sucesso como maneira de engajar e inspirar pessoas para que busquem o autodesenvolvimento em busca do sucesso profissional. Para as mentoradas, significou assumir o papel de protagonista das transformações importantes para o escritório e para a própria carreira de advogada. Assim como, ter uma orientação profissional mais próxima, exercitar o networking e ter conversas francas sobre o negócio.

Bruna acrescenta que, além de abrir espaço para que as advogadas adquirissem novos conhecimentos e habilidades, o programa deu oportunidade para transmitir a cultura organizacional do Demarest. Nossa sócia acredita que estes elementos são decisivos no desenvolvimento profissional dentro de um escritório de grande porte. “Eu diria que o programa dá ferramentas para que o profissional ache o seu caminho, auxiliando a entender o que falta para concretizar os objetivos, ter uma clareza maior nas ações práticas a serem tomadas e como alcançar as metas traçadas. E isso tudo não é feito por outra pessoa e implementado pelo mentorado. Pelo contrário. Todo o caminho é traçado pelo mentorado sob o olhar e com insights do mentor, que tem a experiência e uma bagagem a oferecer.

Pensando o futuro 

Para o segundo ciclo, que se iniciou em setembro de 2021 e encerrará em março de 2022, o Programa de Mentoria se expandiu para advogados seniores, além de alguns advogados e advogadas plenos. 

A nova etapa chega repaginada para atender o momento atual. Enquanto o ciclo inicial contava com encontros presenciais, o distanciamento social adotado durante a pandemia fez com que a edição atual do Programa de Mentoria do Demarest ocorresse 100% online. O desafio foi não perder o clima descontraído que marcou o primeiro ciclo. Por isso, o programa foi desenhado com encontros com cerca de uma hora de duração, que ocorrem a cada 20 dias aproximadamente, a depender das demandas e resoluções de cada profissional. 

Ao todo serão oito encontros, em que os mentores não são pessoas ligadas diretamente ao mentorados (como sócios da mesma área), mas sim profissionais de outras práticas, que podem ou não se conhecer. A ideia é usar os desafios e as visões diferentes como fomento ao aprendizado.

Bruna volta a participar da ação, agora em uma nova função. Atuando como mentora, contribuirá com a carreira dos advogados participantes trazendo na bagagem seus 17 anos de vivência no escritório. “Ao passar de um lado para o outro, creio que terei mais facilidade para entender as questões trazidas pelos meus colegas. A primeira medida é entender como este é um passo importante. Por isso, aconselho reservar tempo para olhar para o próprio desenvolvimento de forma ativa”, afirma.

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